Related tips and tricks Obras de arte duplo sentido:


One stop online shop to find the best a4 brochure printing assistance

...Of online stores that cater to varying printing requirements of their customers. See to it that you research about their offerings in detail and accordingly opt for their support. You must also take this chance to compare the rates at which different companies offer packages. Inquire whether... one stop online shop to find the best a4 brochure printing assistance

Enjoy a satisfying smoke with a fabulous kanger or e-jou electronic cigarette

...Are you someone who has been smoking a lot and are seeking a way to quit? Are nicotine gums and other smoke cessation devices proving to be ineffective in curbing the habit? It is time to look into e-cigs. These devices enable you to enjoy smoking but without the side effects seen in traditional cigarettes. This is because they vaporize a... enjoy a satisfying smoke with a fabulous kanger or e-jou electronic cigarette

Suwanee ga health insurance agents provide affordable health insurance options to locals

...John Perry & Associates provides comprehensive health insurance services to local residents. The firm offers coverage in the area of health, dental, life and medicare supplements, among others.... suwanee ga health insurance agents provide affordable health insurance options to locals

Getting around those blocked lists: how to unblock a websites on your network

...Organizations are increasingly blocking access to certain websites, either for security reasons or to maintain productivity among their staff members or students. After a while, the staff and/or students will find a way around these set blocks through the various unblock proxy US sites that... getting around those blocked lists: how to unblock a websites on your network

Sikh wedding cards, sikh wedding invitation cards

...Indian Wedding Cards The Wedding Cards Online is the leader in Indian wedding cards and invitations market for many years. We offer unique traditional and contemporary designs for Hindu, Christian, Muslim, Sikh and interfaith wedding invitation cards. Our highly trained, skilled and creative staff offers personalized services... sikh wedding cards, sikh wedding invitation cards




He/she talks: Imagens de Duplo sentido
Se gostou se inscreva-se no canal do youtube divulgue para seus amigos e confira mais videos supitantes http://www.youtube.com/user/jeitoag.


533462_342163179170894_1475349028_n.jpg

533462_342163179170894_1475349028_n.jpgDate: Jul 25, 2012, 9:47 PM
Number of Comments on Photo:0

View Photo



Foto: Alessandra Fratus Uma Pessoa Solta Fazer um fanzine na escola antes de saber o que era fanzine. Aprender serigrafia como uma forma de ganhar melhor e fazer uma camiseta de um cachorro now-I-wanna-be-your-dog dos Stooges antes de qualquer engajamento punk. Ser punk antes de ser punk. Oscar Fortunato é artista plástico que tem com os animais uma relação superior à de seu vegetarianismo. Ele os grava, os pinta, os serigrafa. Na arte do Oscar também a goianidade ganha o chiste necessário para transformar o ridículo no poético, o provinciano no sarcástico, o desinteressado no deslumbrante. As manifestações artísticas dele estão nos lambe-lambes nas ruas, nas camisetas ou nas telas na casa de gente famosa ou de gente provinciana. Não é um trabalho para agradar a todo mundo, mas não é possível ficar indiferente diante do minimalismo requintado inspirado na art décor “goiana” e no duplo sentido das palavras que o artista – também o poeta, por que não – emprega em suas obras. “Varjão ser gauche na vida” (Drummond riu disso), “Do Guapó viestes, ao Guapó voltarás”, “Ê Goyaz véi!” e mais um monte da série “adesivos goianos” dão o tom do que o autor tem se valido para criar constantemente. A última dele, “jogo do bicho”, flerta com os escândalos políticos (pleonasmo?) de políticos e bicheiros. Como fiel seguidor de Bob Dylan, ele se aproveita do cotidiano para mostrá-lo a nós doutra perspectiva. A crônica não sai como um registro historiográfico, mas como uma irônica conversa de boteco. Como trabalhador, Oscar dedica-se todos os dias (inclusive aos domingos e feriados) das exóticas carnes do açougue dos Irmãos Staden às caóticas telas de animais sobrepostos ou à belíssima arte de Alevino Peixoto, o maestro da Orquestra Filarmônica de Mozarlândia, alguém de quem ele se orgulha muito de ter como amigo. Nas artes e no punk desde o final da década de oitenta, o artista a cada dia galga um espaço de tradução da goianice, de contradição da goianidade e de contra a tradição do goianismo. É uma leitura original e bem humorada do que se produz neste quinhão. É uma deliciosa anarquia no meio das pastagens a perder de vista. Oscar Fortunato é uma pessoa solta, é o marginal Botafogo. .guga valente. – professor, escritor, semimúsico, punk.

_MG_0124.jpgDate: Jul 18, 2012, 11:48 PM
Number of Comments on Photo:0

View Photo



<> ü   Coloquei no facebook 19/10/12 ü   & outras redes/mídias sociais minhas: ü    LUIZ ANTONIO VEÍCULOS EM GERAL ü   um simples comentário : Avenida Brasil Contrariando a maioria dos comentários, ao que se propõe a Novela atingiu seus objetivos. Segurou os telespectadores em frente a TV até, principalmente, o dia em que o Personagem principal viu as fotos e comprovou toda a armação. Estava jantando em uma enorme pizzaria sintonizada na novela e posso afirmar, que a maioria aplaudiu a cena. Novela é assim mesmo, fica enrolando, prendendo o espectador e vendendo anúncios, os mais caros da TV. E de certa forma todos os comentários negativos são de pessoas que assistiram a novela, e por tabela os comerciais da novela, senão não teriam base para criticar. Quer uma obra de ficção completa que acrescente realmente, vá ler um livro de um bom autor ou assistir um filme de um bom cineasta. Novela até tem seus bons momentos, inclusive esta teve excelentes, mas claramente seus objetivos são outros e esses foram atingidos com grande êxito tenho absoluta certeza. Excelente final semana a todos até porque na próxima semana caminha e a família tufão será passado e estarão todos comentando a próxima novela pois o povo tem necessidade de pão e circo, embora saibamos que o tom vai ser a chatice de todos os folhetins quem matou o Max todavia não podemos esquecer que nossa vida não é uma novela e muito menos somos artistas de televisão e sim verdadeiros artistas do cotidiano real . Inegavelmente ficarão  algumas nefastas incongruências e porque não dizer nefastas situações sendo a mais gritante o fato do Jorge Tufão que pelo seu comportamento desde o inicio nunca foi jogador do FLAMENGO e sim de outro time de futebol qualquer pois depois de haver sido enganado por 12 anos pela Carminha no que toca aos seus dois filhos Agata e Jorginho ainda os deixa em sua residência tratando-os como verdadeiros filhos o que pode ter como resultado pois a vida imita em alguns momentos os folhetins que surjam novas Carminhas iludindo os outros Tufãos da vida e como afinal é uma novela mesmo  pasmem o Tufão chama a Carminha novamente em sua residência para ficar um tempo com a Agata e ainda acredito que vi e ouvi erroneamente diz que vai dar uma pensão mensal para ela . O resto sabemos todos que é uma obra comercial nunca intelectual ou cultural escrita e formatada por alguns profissionais e que outros diversos profissionais interpletam e nos contam em partes diariamente como um enredo de escola de samba, eles ganham dinheiro e prestigio e os telespectadores com a ajuda desses programas sem conteúdos das tardes televisivas os divulgam e muitos pasmem esquecem a finalidade da novela. http://oglobo.globo.com/cultura/o-fim-de-avenida-brasil-6337854 Arnaldo Jabor O colunista escreve às terças-feiras O fim de ‘Avenida Brasil’ Saudades antecipadas da novela, um buraco novo na teledramaturgia Que saudades vou ter do Leleco, do Tufão, das peruas do subúrbio, gritadeiras e barraqueiras, que saudades da dupla de atrizes geniais apaixonadas pelo ódio, Carminha e Rita (não esqueço os rugidos de fera de Adriana Esteves, desde o dia em que ela “comeu” literalmente o Tufão pela primeira vez, como se fosse um bicho devorando-o com a boca), da Ivana, da grande Zezé e Janaína e principalmente do Max, o nosso Maxwell, o famoso malandro-agulha, finalmente retratado na TV (“malandro agulha”, sabe-o Joaquim F. dos Santos, é aquele que “toma no buraco, mas não perde a linha...”. LEIA MAIS: Capítulo de 'Avenida Brasil' mobiliza as redes sociais Esta novela é um buraco novo na teledramaturgia. Partiram para fazer uma novela “para” a classe C e tudo acabou virando uma novela da classe C para o país todo. Não é uma trama feita “para” o subúrbio; são o subúrbio e seus personagens que fizeram a novela, criando uma espécie de realismo crítico em que os heróis não são mais comandados pela ideologia dos autores, como objetos de um folhetim “social”, como fazia a velha “arte engajada”. A chamada arte social de filmes e livros tratava de excluídos ou de suburbanos como um conceito geral, e sua intenção era “conscientizá-los” sobre sua “alienação”, como os autores decidiam. Aqui, não. O subúrbio finalmente apareceu na TV, sem folclore e sem ideologias. Eu fui criado no Rocha, na antiga Rua Guimarães, atual Almirante Ary Parreiras, e sei do que falo. Claro que não é só aquela ilha de solidariedade que a novela mostra, mas tem sim um clima brasileiro vivo, uma doçura na precariedade de seus moradores que não há na Zona Sul. Aqui, os heróis são sujeitos da ação. E o resultado foi incrível, porque descobrimos maravilhados que o universo C é muito mais rico em revelações de comportamento sobre a vida brasileira do que a mortiça ZS, sem vizinhos, sem fofocas. Nelson Rodrigues dizia que “a novela mata nossa fome por mentiras”, mas esta novela matou nossa fome de verdades. “Avenida Brasil” parte do melodrama, claro. Ou melhor, de uma rede de melodramas interligados como uma grande paródia do próprio melodrama, uma paródia dessa tradição desprezada, mas tão rica na história do teatro. Ao final do século XIX, as novas propostas estéticas que surgiam, entre elas o naturalismo, acabaram negando muitas das formas superutilizadas do melodrama, que foram consideradas antinaturais. Isso disseminou um valor negativo a tudo que fosse considerado melodramático, que se tornou sinônimo de interpretações e enredos exagerados, antinaturais. Aliás, a música-comentário que sublinha dramaticamente a ação, muito usada nos melodramas, foi muito bem utilizada nesta novela, indo de momentos bregas a homenagens a Bernard Herman e até a acordes minimalistas. Em geral, as novelas têm um núcleo principal cercado de coadjuvantes por todo lado; esta, não. Todos são importantes, todos têm uma psicologia original compondo um vasto painel de personalidades; não há tipos — todos são personagens. Por exemplo, o Adauto, que começou como um bobão lateral, acabou crescendo para um cara com ecos até “shakespearianos” do bufão ou do louco que comenta a ação dos principais, assim como as empregadas também cumprem o papel de ironizar o que vai acontecendo na trama central. Outra coisa legal em “Avenida Brasil” é que a narrativa, o “raconto”, não é pré-fabricada desde o início. Deu-me a impressão de que os acontecimentos dramáticos iam puxando outros, como se João Emanuel gostasse de se meter em encrencas insolúveis para depois resolvê-las. Isso gerou também um clima solto e improvisado, cheio de “cacos” em que atores como Marcos Caruso, Eliane Giardini e José de Abreu se esbaldaram, criando em muitos momentos um ambiente de “cinema-verdade”, com todo mundo falando ao mesmo tempo, sem a alternância antiga da pergunta e resposta. Esse tipo de estrutura é semelhante ao dos recentes seriados americanos, que estão criando uma nova forma de arte, diferente dos filmes que estão até meio arcaicos ou recorrendo a truques visuais, 3D, porrada, estorinhas para idiotas. Um filme almeja sempre a um sentido final, a uma conclusão qualquer, em duas ou três horas. Um seriado ou uma novela como esta participam de uma nova forma de arte dramática: a vida real em sua casa, acessível imediatamente como o Facebook ou um Instagram — a cara do nosso tempo, sem finais claros, sem tendências fechadas, sem conclusões. Durante meses ou anos (“Família Soprano”, “Lost”, “Mad men”) a gente se afeiçoa às personagens, como se vivesse lá dentro, como se fosse parte da família. A direção de Amora Mautner, José Luiz Villamarim e seus codiretores é excepcional porque, com uma trama tão rica, que mistura desde a chanchada até momentos trágicos, eles puderam usar recursos de cinema e fotografia que vão de filmes de suspense até ecos de Tarantino. Esta produção da TV coloca lixão de um lado e Zona Sul do outro, mas nunca faz denúncias sociais ou mostra contradições de um maniqueísmo fácil. E justamente essa recusa ou ausência de “mensagens” torna a obra extremamente, não direi “política”, mas enriquecedora do imaginário brasileiro, incluindo conceitos e comportamentos esquecidos ou ignorados pela dramaturgia nacional. Merece um sério estudo antropológico que a antropóloga Ivana podia fazer… Esta novela é parte importante da cultura brasileira atual, para longe dos esnobismos estetizantes. Vejo que aqui e no mundo audiovisual nasce uma nova arte de massas, um barroquismo digital e pós-pós que não busca mais a realização de um sentido, mas uma convivência entre ficção e realidade. Há vários anos a gente analisava a “importância” de uma obra de arte, para além de sua aura poética. Buscávamos alguma coisa que ajudasse a “mudar” contradições e desse mais harmonia e sentido para a vida social. E agora? Bem, esta novela foi vista por cerca de 80 milhões de pessoas durante meses, e isso a torna não apenas uma ficção sobre nós. Ela faz parte da nossa realidade. Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/o-fim-de-avenida-brasil-6337854#ixzz29lsKygLG

FAMÍLIA.TUFÃO.AV.BRASIL.240912.jpgDate: Oct 19, 2012, 7:35 PM
Number of Comments on Photo:0

View Photo






Related hot talk Obras De Arte Duplo Sentido:

Gustavo Rojas Pinilla Obras | Obras De Arte Duplo Sentido Video | Obras De Arte Duplo Sentido